O que é necessário para se conseguir o Certificado de Originalidade? Preciso me filiar a um clube de veículos antigos? Meu carro deve estar impecável? E se não estiver 100% original? Muito se fala no meio antigomobilístico sobre as famosas Placas Pretas, que caracterizam um veículo antigo como sendo um Veículo de Coleção. Mas as dúvidas são muitas. Por isso o Portal Maxicar decidiu publicar na íntegra, em versão comentada, o Manual do Avaliador da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).
A FBVA é o órgão máximo do antigomobilismo brasileiro e a qual a maioria dos clubes de veículos antigos é filiada. É nos critérios descritos neste Manual que os avaliadores se baseiam na hora de vistoriar os veículos candidatos ao Certificado de Originalidade (C.O.), documento que torna seu proprietário apto a ingressar no Detran com o pedido de Placas Pretas.
Para tornar ainda mais esclarecedor o documento, a equipe do Portal Maxicar decidiu acrescentar comentários (em cor laranja), sempre que julgou necessário.
No final do Manual do Avaliador você vai encontrar os critérios de pontuação de cada quesito. Assim você poderá fazer uma avaliação informal e ver se sua “raridade” poderia ostentar as cobiçadas Placas Pretas.
Mas antes de chegarmos ao Manual do Avaliador, vamos responder as principais dúvidas dos antigomobilistas sobre o assunto:
1) Quantos anos deve ter meu carro para que possa ter direito à Placa Preta (P.P)? Para ser considerado Veículo de Coleção, ele deve ter sido fabricado há pelo menos 30 anos.
2) Posso circular normalmente com um veículo do P.P ou participar apenas de eventos? Veículo portador de P.P tem transito livre em todo o território nacional, como qualquer outro, não havendo nenhum tipo de restrição.
3) Devo ser filiado a um clube de veículos antigos para ter um veículo com P.P? Sim. Esta é a primeira providência. Mas confirme antes se o clube ao qual pretende se filiar está autorizado pela FBVA ou Denatram para a vistoria e emissão do Certificado de Originalidade.
4) Quantos pontos meu carro deverá obter? Para ser apto à P.P o veículo deverá ter no mínimo 80 pontos de um total de 100 pontos possíveis, incluindo ai critérios de originalidade e estado de conservação. Veja a tabela no final desta matéria e faça uma simulação informal.
5) Meu carro deve estar impecável? Deve estar em ótimo estado, mas não necessariamente impecável. Isso vai depender da rigorosidade do avaliador. Veículos restaurados são mais exigidos que os originais de fábrica. O Manual do Avaliador, abaixo, esclarece esta questão.
6) Posso alterar as características originais de meu veículo depois de conseguir a P.P? De jeito nenhum! Periodicamente, seu veículo será reavaliado. Caso haja modificações não autorizadas a P.P. será cancelada.
7) Preciso ser um colecionador, com vários carros antigos na garagem? Não. A lei é democrática. Você pode ter apenas um automóvel.
Os motores iniciais do Opala 4cil (stovebolt - 153) e o 6cil (3800) utilizavam nos Estado Unidos os carburadores Rochester, mas esse fabricante naum operava no Brasil e naum demonstrou interesse por aqui
A solução foi apelar para a DFV, que antes fabricava equipamentos ópticos que conseguiu uma licença para fabricar um modelo ultrapassado da Zenith (outro fabricante americano), resulmindo o tal DFV 226 de corpo simples.
Posteriormente a GM preocupada em ter só um fabricante, fechou com a Brosol, que obteve licença da francesa SOLEX e implatou o Solex 40/41 DIS, de corpo simples, mas com mesmo consumo e de desempenho superior.
Depois na busca de melhor desempenho a DFV apresenta o DFV 446 de corpo duplo de atuação simultanea, sem segundo estágio, oque resultava em disperdício de combustível em baixas rotações, cópia exata Zenith que equipava motores de 1958, v8 de 318pol, os modelos da Plymount Belvedere Plaza e savoy aqui no Brasil os utilitários Dodge e o Dodge dart, utilizavam pois começaram a ser fabricados no Brasil no final dos anos 60. Esse carburador era Opicinal para linha opala equipava motores 4 cil.151-s(iron duke) e o 6 cil. (250/s).
No fim de 1978, Surge o Solex H34 seie também de corpo duplo com segundo estágio progressivo, que permitia mesmo desempenho sem disperdício de combustível, (bem mais moderno e eficiênte) equipava neste iniciio os motores 4 cil. e tinha o apelido de SOLECÃO pelos Mecânicos.
Assim o Opala Comodoro 4cil. podia ter a Opção de carburadores, de corpo simples (2 opções), de corpo duplo e de corpo duplo com segundo estágio progressivo. já o 6cil. tinha apenas a opção do DFV 226 e do DFV 446 do 250/s
No Começo da década de 1980 a DFV deixou de fabricar carburadores repassando a linha para WECARBRÁS que detinha a licença da Weber. nesta dácada surge os motores alcoólatras que recebiam um tratamento a base de estanho ou ser bicroomatizado, um revestimento superficial de zinco com bicromato de sódio, como os carburadores era fabricado a base de aluminio e zinco, que naum resistia ao ataque do alcool, que era corroído pela geração de oxido de zinco, oque provocava o entupimentro dos canais internos. Em 1990 a GMB realizou a ultima mudança no sistema de alimentação, implatou o Solex Brosol 3E, modelo que se caracterizava, pelo acionamento do segundo estágio a vácuo, oque exigiu mudanças na entrada de ar do coletor de admissão.
A carcaça do filtro de ar passou a ser plástica, contanto ainda com uma válvulka Thermac, dosador que misturava ar frio externo com o ar quente aspirado nas imediações do coletor de escapamento.
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